Ultimamente meus pensamentos andam muito confusos, além do fim do semestre na escola, ainda existe a pressão da prova que talvez mude minha vida. Aquela ansiedade para saber se, por um milagre, consigo fazer esse bendito curso.
E acrescentando a tudo isso, tenho passado por uma crise existencial quase tão importante quanto a que passei ano passado; e, é claro, as confusões (ou deveria dizer decepções) amorosas da adolescência. Entre papéis, café e lágrima eu criei meu santuário, um lugar que nem todas as pessoas dão adequado valor: a mesa da cozinha. É nela que surgem as melhores ideias, e devo admitir que isso é meio complicado para alguém que, atualmente, direciona grande parte da imaginação para um mega-trabalho escolar.
Entre essas e outras eu vou vivendo, e escrevendo.
Escrevendo minhas epifanias para a posterioridade, ou não.
Baseado na realidade.
Sinto -me a ler um diário com permissão, e logo não tenho culpa, mas adoro poder tentar entender o que se passa com nossas compahias,as vezes vivemos com as pessoas e não sabemos o que realmente se passa no fundo de sua alma. Gostei *-*
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